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No total, o conjunto da nossa anatomia revela-se acolhedora para estes visitantes, no mínimo indesejados!
Eles reproduzem-se com muita facilidade (um único piolho macho pode fecundar 18 fêmeas de uma vez) e, além disso, eles acabam por criar resistência aos tratamentos convencionais.

Durante muito tempo, produtos químicos antipiolhos realmente tóxicos foram usados por famílias inteiras, com efeitos secundários desmensurados em relação ao benefício oferecido. Ainda mais porque eles não requerem uma artilharia pesada mas sim armas adequadas. Por exemplo, a água não os incomoda nem um pouquinho: fecham seus orifícios respiratórios o tempo que for preciso e os abrem tranquilamente quando os cabelos estiverem secos de novo, muitas horas mais tarde. Eles podem permanecer em apneia por horas, à espera de melhores momentos.

Por outro lado, eles sucumbem ao óleo vegetal graxo. Isso se o óleo for fino, como o óleo de coco, por exemplo (já não funciona tão bem com o azeite de oliva), que se infiltra nos opérculos respiratórios e mata o piolho. Mas sua aversão é ainda maior aos óleos essenciais: alguns deles possuem temíveis propriedades antiparasitárias, às quais o piolho não consegue sobreviver.

Esta é a razão por que os produtos antipiolhos que mais se vendem hoje em dia são à base de óleos essenciais. Nenhuma surpresa!

 

Entre os óleos essenciais mais eficazes contra os piolhos, destacam-se os seguintes:

- Lavandin Super
- Tea tree
- Tomilho Thymol
- Hortelã Pimenta
- Eucalipto Radiata
- Cravinho
- Canela (folhas)
Alecrim cineol

Então como utilizar os óleos essenciais para atacar os bichelengos?!

Apresentamos receitas seguras e naturais para o tratamento, no caso de já ter piolhos, e, para a prevenção, para usar durante todo o período de infestação:

 

Tratamento em 3 passos:

Passo 1: Matar os piolhos

5 colheres de chá de óleo de coco e 25 gotas de óleo essencial, que poderão ser:

- 5 gotas de tea tree (melaleuca alternifolia)
- 5 gotas de lavandin
- 5 gotas de hortelã-pimenta (a partir de 6 anos)
- 5 gotas de alecrim (a partir de 10 anos)
- 5 gotas de eucalipto radiata

Com o champô na palma da mão, adicione algumas gotas desta mistura e aplique da raiz às pontas dos cabelos. Enrolar a cabeça com uma toalha ou touca de banho e deixar por 1 hora no mínimo. Depois lavar a cabeça com champô, não usar condicionador.

Passo 2: Retirar as lêndeas

Faça uma mistura de água e vinagre de maçã e passe da raiz às pontas do cabelos (1 colher de sopa para 200ml de água, aprox.). Isto irá soltar a cola que agarra as lêndeas aos fios do cabelo. Enxague com água quente. (uma temperatura que não queime a pele). Obs.: Esta receita é adequada para adultos (equivale a uma diluição de 5% = 5 gotas de OE para cada colher de chá de óleo vegetal).

Para crianças maiores de 6 anos, deve-se ajustar a receita para 3% no máximo, o que equivale a 3 gotas de cada óleo essencial para as 5 colheres de chá de óleo de coco, o que totaliza 15 gotas de óleo essencial no total.

Para crianças entre 2 anos e 6 anos, a mistura não deve ultrapassar 2%, ou seja, 2 gotas de cada óleo essencial por cada colher de chá de óleo vegetal (azeite ou coco). Então, a receita indica 5 colheres de chá de óleo vegetal, serão 2 gotas de cada óleo essencial, 10 gotas no total.

Para bebés maiores de 6 meses e menores de 2 anos, deve-se ajustar as quantidades de forma a que a diluição esteja entre 0,5% a 1% no máximo.

Para crianças menores de 6 anos e mulheres grávidas, suprimir o hortelã pimenta e o alecrim (este último, só a partir de 10 anos). Se não tiver todos os óleos essenciais ou se não puder utilizar hortelã pimenta e/ou alecrim cineol por causa da idade ou gravidez, pode utilizar os óleos essenciais da lista que tiver disponíveis em casa, respeitando as quantidades indicadas.

Passo 3: Remover as lêndeas remanescentes

Desembarace todo o cabelo, até desfazer todos os nós, depois com um pente fino próprio para piolhos, remova as lêndeas remanescentes. Repetir diariamente até exterminar todos os piolhos. O ideal é variar os óleos essenciais para os piolhos não criarem resistência.

 

Prevenção:

Fazer uma diluição de lavandin e tea tree em óleo vegetal, em proporções conforme a idade e passar sobre a nuca, na base dos cabelos e atrás das orelhas, pela manhã antes de sair para escola.

Para a família (exceto bebés e grávidas): num frasco coloque 35 gotas de OE de tomilho linalol, 35 gotas de lavandin e 95ml de champô neutro; misture bem e aplique. Spray para pulverizar nos cabelos: a 1 colher de óleo vegetal, misturar óleo essencial de lavandin e tea tree (entre 30 e 60 gotas), coloque num frasco spray e acrescente 95ml de água destilada. Agitar bem antes de usar e pode utilizar durante todo o período de infestação.

Para crianças menores de 2 anos, ajustar a quantidade de óleo essencial conforme tabela de diluição.

 

Cuidados adicionais:

- Evite usar condicionador. O condicionador age como uma barreira para a medicação contra piolhos e impede que seja absorvido adequadamente pelo fio do cabelo.
- Não use champôs que contenham lindano. A OMS classificou a utilização desta substância em humanos como cancerígena.
- Evite a troca de chapéus, lenços e elásticos.
- Lavar sistematicamente as roupas de cama, e objetos que entram em contacto com a cabeça (lenços, chapéus, cobertores, bonecas, etc.), a 60°, adicionando 2-3 gotas de óleo essencial de Tea Tree à sua roupa.
- Aspire o carpete, bancos do carro (assentos e encostos de cabeça). Esvazie o depósito do aspirador e limpe-o bem.
- Prender ou trançar cabelos longos.
- Trate toda a família ao mesmo tempo.

 

Dicas para diluição:

(consulte a tabela completa de diluição dos óleos essenciais publicada aqui):

1 colher de chá = 5ml aproximadamente
1 gota de óleo essencial por cada 5ml = diluição de 1%

 

Experimente também:
a praticidade do tratamento anti-piolhos da PRANAROM. Contém óleos essenciais e já vem pronto, é só aplicar.

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Notas: As receitas e dicas acima integram as obras “Cuidando dos filhos com óleos essenciais” e “Aromaterapia para os pequenos” da Editora Laszlo e também são resultados de pesquisas em publicações especializadas. As informações aqui referenciadas apresentam apenas propósitos educacionais, não devem substituir tratamentos convencionais de saúde.

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